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sábado, 10 de janeiro de 2015

[Análise pós-game] Middle Earth: Shadow of Mordor

Dando uma voltinha, de boa, pela Terra Média

Pois é meu povo, não sei se lembram, mas há alguns dias postei as minhas primeiras impressões acerca do Middle Earth: Shadow of Mordor, aka, Terra Média: Sombras de Mordor. Então, finalmente terminei o jogo hoje e decidi vir aqui para falar sobre o desfecho do jogo, vou ser breve, mas dividirei os post em alguns tópicos, para confirmar ou refutar as impressões que passei no primeiro texto. Certo?!

HISTÓRIA



Bom, a história do jogo é deveras interessante, inevitavelmente falarei alguns spoilers nessa parte, se ainda está jogando ou pretende jogar, não leia à partir daqui e pule pro próximo tópico!

A história se desenvolve bem, focando tanto na vingança de Talion por sua família assassinada pelos servos de Sauron, quanto na história do passado do Espectro que acompanha o guardião, que com o decorrer da história descobrimos se tratar de Celebrimbor, criador dos anéis do poder, que perdeu a sua memória e foi aprisionado por Sauron como um espectro para que este pudesse usá-lo a seu favor na guerra que está por vir.

A história é muito, muito boa e desperta a curiosidade do jogador para descobrir os detalhes da vida do elfo/espectro/criador dos anéis e no impacto que a presença desse espírito vingador causa nas fileiras de Orcs comandados pelo Senhor do Escuro, MAS, acho que ela peca em um aspecto grave que a maioria das histórias peca: O Final, tudo foi meio corrido e parece que foi meio que jogado algumas coisas só pra terminar o jogo de qualquer jeito, os 3 servos principais do Sauron que eram os principais antagonistas do jogo se mostram inimigos fracos, não dão aquela emoção de boss battle que se espera de um jogo desses e não representam desafios, na verdade, você passa o jogo inteiro tentando descobrir onde esses servos estão e no final fica meio que perdida a informação de como o guerreiro conseguiu descobrir a localização deles e, matar uma horda de Orcs se mostra um desafio muito maior do que derrotar os chefes finais!

JOGABILIDADE


Me obedeça Orc!

Mantenho a minha opinião sobre a jogabilidade, é  realmente bem divertida, ainda mais na segunda metade do jogo onde é possível "marcar" Orcs e Uruks para usá-lo como seu exército pessoal, controlando as mentes deles. Mantenho também a opinião sobre ser uma mistura de gameplays e o mundo do jogo é muito legal para ser explorado. MAS, com o tempo as missões secundárias vão se tornando altamente repetitivas e o fato do jogo inteiro se passar em apenas dois mapas não ajuda muito, você acaba fazendo coisas muito parecidas em lugares muito parecidos e são muitas, mas muitas missões secundárias pra finalizar durante o jogo, o que torna a platina (para os viciados de plantão) algo chato, enfadonho e repetitivo, eu não fiz 100% do jogo, mas fiz questão de pegar todos os colecionáveis, ao menos, o que pra mim é um dos melhores pontos do jogo, porque os colecionáveis retratam muito bem o background da história e do universo de Tolkien, o que pra mim, fã da história, é muito legal!

TRILHA SONORA


PREEEEECIOOUUUSSSSS!!!!!!!

Mantenho a minha opinião a respeito da dublagem e da trilha sonora do jogo, muito bem feitas e empolgantes! O único defeito nesse quesito é que, apesar do game ser lançado em português-BR não houve um ajuste na sincronia labial dos personagens, nada que seja um grande defeito, mas vale a pena ser mencionado. Os atores escolhidos para dublarem os personagens combinam muito bem as vozes, o destaque vai para o Gollum/Smeagol, cada aparição do personagem é um show de interpretação do dublador!

QUANTO AOS DEFEITOS TÉCNICOS...



Eles só pioram conforme a gameplay se desenrola, o game travou várias vezes, e mesmo após instalar no HD do console, os loadings continuavam extremamente demorados e às vezes precisei reiniciar os consoles, isso sem contar quando os personagens emudecem e a música para, ou outros em que as texturas demoram uma vida pra carregar, ou quando Talion fica preso no meio de nada e você demora um tempo pra conseguir mover o personagem. Tava comentando com os hereges aqui desse blog que no final eu tava de dedos cruzados para que o jogo não travasse mais, hahahah... Isso é uma pena, porque o jogo teria potencial para ser um dos melhores do ano, mas me pareceu muito que houve uma falta de cuidado e um refino maior por parte da desenvolvedora para entregar um trabalho melhor.

ENFIM



O que salva o jogo são basicamente dois fatores: O peso do nome da franquia que o game carrega e o fator diversão, principalmente no início do game, que é muito divertido, conforme você vai desvendando detalhes da gameplay, fazendo as primeiras missões e os assassinatos furtivos, quando começam as "marcações" e etc... Se não fosse isso, com certeza seria um jogo que iria ficar pegando poeira nas prateleiras das lojas! 

Vale ressaltar que as minhas impressões, principalmente quanto à parte técnica, são baseadas na versão de XBOX 360, ouvi dizer que na next-gen (PS4 e XONE) esses problemas quase não existem, inclusive, ouvi dizer que foram até times diferentes que desenvolveram as versões next-gen e old gen.

É isso galera, agora me encontro naquela depressão pós-jogo e naquele dilema do que jogar, que o Cloud ilustrou muito bem algum tempo atrás!

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